Review: Bloodborne

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Apesar de difícil, Bloodborne é muito prazeroso.

Alternar momentos de ódio e vontade de jogar o controle na parede com quase gozo por ter matado aquele chefe que antes parecia impossível. Ambientação vitoriana, meio macabra, meio filme de Drácula com gráficos incríveis.

A história não está ali contada na sua cara, o que se tem são fragmentos pelo jogo. Na verdade nada é entregue mastigado ao jogador. Tudo depende da capacidade e vontade de aprender. Não tem mapa. Não tem indicações de pra onde ir e o que fazer. Cabe ao jogador explorar e descobrir aquele mundo sombrio.

Faltou um pouco mais de polimento e otimização para Bloodborne ficar bem redondinho, mas, tirando alguns problemas, o jogo é excelente e funciona como uma ótima porta de entrada para esse universo da série Souls.

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1 comentário Adicione o seu

  1. Mr_TLX disse:

    Grande mestre Kzão !
    Realmente Bloodborne foi o game que me iniciou na série Souls . De fato ele tem alguns problemas que devem ser refinados em uma futura continuação . Particularmente o problema que mais me incomoda é a câmera que insiste em ficar “sambando” em momentos críticos.
    Bem é isso meu caro amigo,desejo sucesso no novo blog 😉

    Curtir

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