Review: Life Is Strange

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Passo um: pegue um liquidificador.

Passo dois: coloque nele Doctor Who, De Volta Para o Futuro, Efeito Borboleta, muitas séries de TV, O Iluminado, Final Fantasy, os Illuminati, múltiplas culturas.

Passo três: bata e coloque em um jogo.

Isso é Life Is Strange, jogo episódico dividido em 5 partes onde a protagonista, Max, retorna à cidade onde cresceu para estudar. Não demora e os eventos que iniciam a história fazem com que ela perceba que tem o poder de voltar o tempo, podendo alterar a história recente.

Distribuído pela Square Enix, o jogo graficamente está posicionado na geração passada, porém o desenvolvimento da história, inicialmente com contexto adolescente, traz uma série de viradas, tornando-se cada vez mais intensa e misteriosa. A trilha sonora encanta com músicas Indie.

A mecânica agrada. A marcação dos itens ao se aproximar torna a interação mais fácil e faz com que o jogador se concentre na narrativa, deixando as escolhas mais importantes que qualquer desafio, que são bem fáceis.

Em resumo, Life Is Strange é para aqueles que gostam de teoria da conspiração, cultura nerd e narrativas bem elaboradas, com muitas possibilidades.

Allons-y!

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