BGS 2016: PlayStation VR – Battlezone

playstationvr2Sim, o PlayStation VR está presente na Brasil Game Show deste ano. Além do stand da Warner, que oferecia uma demonstração de Batman VR para quem agendar via Facebook com antecedência, o stand da Sony contém sete estações com seis jogos diferentes, incluindo PlayStation VR WorldsRez Infinite e Until Dawn: Rush of Blood. Testamos o surpreendente Battlezone, um remake de uma série clássica do… Atari!, aqui desenvolvido pela Rebellion, conhecida por Sniper Elite.

O jogo em si é simples: entre no cockpit de um tanque futurista em uma arena estilo Tron para enfrentar outros tanques e inimigos aéreos. A realidade virtual entra em jogo de duas formas: oferecer uma visão mais detalhada de todos os medidores e controles do veículo, ainda que sem interação direta, e para conseguir enxergar e mirar em drones e outros adversários voadores acima.

Embora Battlezone seja um jogo divertido e imersivo, a cara arcade e os valores de produção, compatíveis com um jogo digital menor da era PlayStation 3, não são um indicativo adequado para a possível capacidade do PlayStation VR. Para quem testou o Oculus Rift na Brasil Game Show de 2015, a diferença gráfica, de framerate e de desempenho é visível – quase como se o acessório da Sony pertencesse à geração anterior.

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Mesmo antes do embaçamento das lentes por suor, o jogo na prática não ficou com essa nitidez e essas cores todas em nenhum momento

Talvez o acessório seja capaz de visuais bem melhores, como os de Resident Evil 7 ou um EVE: Valkyrie, mas ele também perde na comparação com o Oculus em aspectos mais “físicos”. O encaixe na cabeça não é tão suave, necessitando uma série de ajustes, e mesmo com a ajuda de um expositor da feira no ajuste, parte da luz ambiente “vazou” pela parte de baixo. A falta de um “encaixe” melhor ajustado na correria de uma feira fez com que as lentes internas condensassem suor, embaçando um pouco a visão.

O motivo da diferença de preço é evidente: o PlayStation VR custa mais e é mais imersivo do que um Samsung VR para celulares, mas ainda está abaixo de um Oculus em todo e qualquer aspecto, pelo menos com Battlezone. Se o remake da Rebellion custar bem menos do quem jogo “preço cheio”, ótimo; caso contrário, Battlezone jamais será um motivo para adquirir o PlayStation VR.

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