Roomcast 136 – UFPlay

A batalha mais sangrenta do UFPlay chega até vocês nesse Roomcast mais que épico!
Casão, Mr. TLX e Wild Mendonça colocam no ringue as duas maiores franquias de luta do mundo dos games: Mortal Kombat e Street Fighter!
Quem será que sai vivo dessa briga?

Tempo total: 01:14:00

Download do episódio

 

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3 comentários Adicione o seu

  1. Anderson Lage disse:

    Bom dia rapaziada!

    Acabei de ouvir o roomcast. Primeiramente, eu quem agradeço pelos programas que escuto religiosamente, embora não tenha comentado tanto quando gostaria.

    Gostei do programa dessa semana. Eu sinceramente não conseguiria decidir entre Street Fighter e Mortal Kombat em pelo menos duas categorias.

    SFV: AE eu ainda não testei, mas estou perto disso. Só preciso criar a coragem de colocar o jogo no PS4, pois já deixei para atualizar no dia que lançou, mas ô preguiça… O Vita me deixou muito mau acostumado.

    Continuem com o bom trabalho por favor, pois é muito bom ver um podcast feito por jogadores como nós, e não tomados pela soberba e arrogância como alguns outros mais famosos que tive o desprazer de conhecer…

    Ah, e gostaria de deixar uma sugestão de tema para um futuro roomcast. O tema seria o “bullying reverso”. Eu explico.

    Tenho 27 anos. Em 4 dias, 28. Então sou da época em que jogar não era considerado algo bem visto ou até mesmo “atraente”, e por isso existia aquela grande exclusão que muitos sofriam – eu, curiosamente mesmo sendo tão viciado quanto sou hoje em dia, nunca fui excluído de nenhum grupo por jogar, mas meus amigos mais próximos sim – porém, depois da segunda metade dos anos 2000, isso mudou. Jogar passou a ser bem visto pela sociedade por assim dizer, e termos como “nerdelícia” se popularizaram. Resumindo, virou “moda” ser nerd. Porém, hoje em dia vejo muitos dos excluídos de outrora, excluindo os jogadores mais novos, com a clássica – e para mim extremamente pejorativa expressão – “gamer de verdade”. Criando regras como “se você não jogou Resident Evil no Play1, você não é um gamer de verdade”, “um gamer de verdade zerou todos os – insira uma série qualquer aqui que venha desde pelo menos até o Play 1, qualquer coisa depois disso é “poser/nutella” -” e não percebem que estão excluindo os outros como uma vez fizeram com eles, o que acaba gerando um ciclo vicioso. Como um melhor exemplo para ilustrar o que digo, cito um episódio da série The Big Bang Theory – que eu particularmente não gosto, desde que percebi que ela não faz “piadas de nerd” como muitos acreditam, mas piadas COM NERDS, mas isso é outra discussão – no qual os personagens principais, Sheldon, Raj, Leonard e Howard ficam fazendo bullying com um namorado da Penny, e ela chama a atenção deles, mostrando que eles não eram melhores que os valentões da época de escola deles. Se não me falha a memória, é isso.
    Mas conseguiram entender o que eu quis dizer? Se sim, fico feliz. Se não, eu tento explicar de outra forma.

    Mas basicamente a sugestão é essa, a exclusão que os jogadores fazem com outros jogadores, por alegarem que eles não são “gamers de verdade”, e ficam cagando regras para poder se auto-afirmar quanto ao seu hobby, ao invés de abraçar esses novos jogadores e quebrar o “ciclo do ódio” que segue as nossas jogatinas infelizmente, desde sempre.

    Ah sim, algo semelhante ao que os metaleiros fazem com outras pessoas que eles vejam usando a camisa de uma banda, mas que não saiba por exemplo, o peso do Axel Rose quando ele fundou o Gun’s Roses.

    Bom, é isso. Agradecendo mais uma vez pelo ótimo programa, e deixando essa sugestão de tema.

    Um forte abraço, e até a próxima.

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  2. Meus votos:

    História – MK – MK1, desde o arcade, já tinha uma história melhor contada através de imagens e textos. SF não tinham nada, talvéz no manual.

    Personagens – SF – A pesar de ter persongens iconicos (e bizarros) nos dois jogos, SF é muito mais popular e menos genérico e repetitivo. Mesmo personagens que vieram depois são muito populares; vejam a recepção que a Sakura teve quando foi anunciada no SFV.

    Jogabilidade – SF – Sua jogabilidade ditou o padrão usado dentro e fora da Capcom.

    Inovação – SF – Sem ST, não haveria MK. SF definiu o genero.

    Spin-off – SF – Vixi… essa ta dificil… mas o anime Street Fighter Victoy desempata meu voto.

    Obsrvações:
    – Botão de defesa, em jogos 2D, é estranho. Para jogos 3D, que tem muito mais mobilidade, fumcona melhor (e tem o caso do DoA, que permite usar qualquer um dos 2 comandos).
    – Eternal Champions, joguei muito. Foi um dos 2 cartuchos originais de Megadrive que tive (o outro foi Super SF2). Este é outro joqu que tem uma história contada através de imagens e textos.
    – O modo do Soul Calibur 3 que citaram chama-se “Chronicle of the Sword”
    – Soul Calibur x Dead or Alive? Eu Aprovo! Meio do ano sai SC6 e seria um bom momento para tal cast.

    Meu top5 jogos de luta:
    – Soul Calibur 3 – Melhor combinação de jogabilidade e conteúdo. Infelizmente o SC5 ficou um lixo, espero que o SC6 não cometa os mesmos erro.
    – Dead or Alive 5 – A minha jogabilidade preferida, mas o conteúdo singleplayer é pouco.
    – Blazblue Chronophantasm
    – King of Fighter 97
    – Skullgirls

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  3. Jeferson Cardoso disse:

    Fala galerilson como vcs estão, beleza ?
    Sobreo cast do UFplay de jogos de luta eu sempre fui o cara do “tequingue”, então eu não tenho muito parÂmetro apesar de jogar muitos jogos de luta. Se tivesse que votar em um entre SF vs MK eu votaria no MK eu gosto da arte do MK, mas questão jogabilidade eu votaria no Street.

    Sobre o cast 137 eu zerei um jogo esse ano! sim senhores eu zerei um jogo após um hiato gigantesco! Foi metroidvania mas diferente do Castlevania que wild jogou ele é bem baseado em Metroid. Axiom Verge senhores, esse é o nome eu joguei o game e tenho uma frustração gigantesca em algumas partes, mas especificamente a parte final, pois o último bosss é um senhor C@ra@leo pra passar, tive que me desprender de preconceito e recorrer ao yotube porque estava insanamente difícil, tanto que me lembrei do Wild falando sobre a I.A do 99 vidas, mas o jogo é muito bom um dos melhores metroids, feito por um único cara, zerei no Vitinha, coisa delícia de Deus.

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